Seja bem vindo !!

Neste final de ano : Seja prudente.

 

Transitar de forma segura

Transitar de forma segura é proporcionar segurança a todas as pessoas envolvidas durante um determinado deslocamento, ou seja, ao condutor, ao passageiro e ao pedestre. E isso só é possível se todos tiverem um comportamento preventivo, a iniciar pelo condutor, que é responsável por sua própria segurança e pela dos passageiros que estão no veículo. Ele tem a função de comandar as ações, visualizando de forma difusa tudo ao seu redor, sendo preventivo, cortês e utilizando todos os meios necessários para evitar se envolver em acidentes. Mas será que ele realmente faz isso? Será que ele utiliza de todos esses meios? Essa são perguntas que ficam para que todos busquem seus próprios questionamentos, ou melhor, sua auto-avaliação.
Verificamos nas estatísticas e diversas ocorrências que as vítimas dos acidentes agravam seus ferimentos por não se utilizarem dos meios necessários para minimizar as conseqüências físicas sofridas nesses incidentes. Destaca-se como principal meio de proteção o cinto de segurança, o qual é insistentemente não-utilizado pelas pessoas. Essas mesmas que tentam enganar a fiscalização acabam enganando a si mesmas, pois no momento em que for necessário usufruir dos benefícios do uso do cinto de segurança esse uso indevido ou suposto uso fará a diferença entre a vida e a morte, bem como na qualidade de vida dessas pessoas, evitando seqüelas irreversíveis ocasionadas por um acidente. Por outro lado, é necessário destacar o comportamento do pedestre, que contribui de forma significativa para aumentar o número de vítimas nas estatísticas de acidentes. Ele reclama dos condutores, mas comete diversos erros no trânsito, seja no atravessar as vias em locais indevidos, aumentando a probabilidade de se envolver em acidentes, seja no descuido com crianças que estão sob sua vigilância. O mesmo se refere ao ciclista quando transita na contramão ou entre veículos se expondo a riscos desnecessários.
Portanto, buscar mecanismos para que as pessoas revejam sua forma de agir, cada qual com sua parcela de responsabilidade.

Ver e ser visto

Com o final do verão, retornam, juntamente com o frio e as chuvas, alguns fenômenos meteorológicos bastante característicos nesta época em nossa região, que são a neblina e a cerração.
E com mais essas adversidades no nosso trânsito, torna-se necessário redobrar os cuidados para uma condução segura e dar atenção especial a um item muito importante: a visibilidade de seu veículo. Afinal, tente lembrar quantas vezes você, conduzindo sob chuva forte ou cerração, deparou-se cruzando com outro veículo sem lanterna ou luz baixa acionada? Talvez algumas, e com certeza só o percebeu quando estava muito próximo, o que é um grande risco.
O Código de Trânsito Brasileiro prevê a obrigatoriedade de acionar pelo menos as luzes de posição (lanternas) quando o veículo estiver sendo conduzido sob cerração, neblina ou chuva forte. E a não observância dessa lei está sujeita à penalidade de multa.
Mas acontece que, em muitas situações, somente as "lanternas" não são suficientes para proporcionar uma boa visibilidade, tendo em vista a sua pouca luminosidade. Por isso, aconselha-se aos motoristas que acionem sempre os faróis (luz baixa) quando se encontrarem dirigindo sob chuva forte, neblina ou cerração. A multa, nesse caso, é um fator menor frente à importância de uma condução que proporcione segurança a você e aos outros condutores. E aí está uma das premissas básicas do trânsito seguro: ver e ser visto.
Afinal, assim como você reprova as atitudes de outros motoristas, com certeza você não vai repetir esses mesmos erros. Não é?

Jeferson Weege/PRF